Vadia, vagabunda, puta, rapariga, dentre tantos infelizes adjetivos que são utilizados ao longo desse nosso vasto Brasil.
Mas quem são elas? Como as identificamos nas ruas desde o vilarejo às grandes metrópoles?
Se os paradigmas que estão presentes em nossa sociedade cancerosa , simplesmente no qual essas belas mulheres que nos taram os olhos e mexem com o mais infame ego, ao desfilarem com seus exuberantes e escultarias corpos, nas praças com roupas provocantes ou nas praias onde os biquínis formam belos mosaicos arraigados aos belos corpos, corpos esses que são moldados no bisturi ou nas imensuráveis academias que estão se espalhando cada vez mais pelas nossas cidades.
Ignorância nossa em pensar que as moças, senhoritas que são mais... diria tradicionais são mais dignas de respeito com relação às primeiras.
Vivemos em um país misto e livre, onde temos inúmeras influencias de todos os lados, e não é o fato disso ou daquilo que podemos julgar nossas mulheres por elas estarem nas ruas a expor suas curvas.
Vamos derrubar esse mito de que mulher boa é mulher em casa.
E que venham cada vez mais reclamar seus direitos...
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